terça-feira, 21 de maio de 2013


Quinto dos infernos

O termo tem sua origem no período colonial do Brasil e diz respeito à cobrança de impostos por Império Português. O quinto correspondia a 20% da produção de ouro da colônia. 

Afirma-se que o termo era dirigido aos cobradores de impostos, que ao exigir o quinto ouviam algo como "Vá buscar o quinto nos infernos!" 

Com o passar do tempo tomou a forma atualmente utilizada, onde "nos" foi substituído por "dos", ou seja, "quinto dos infernos".
Vá buscar o quinto nos infernos!



De: Eloisa Sanches Santos nº7  
profº: Luiz matematica

quinta-feira, 16 de maio de 2013

O PLANETA DESCOBERTO PELO CÁLCULO


            O PLANETA DESCOBERTO PELO CÁLCULO
O cálculo de Netuno

Leverrier, que reviu
Um Intricado problema,
Mais de um planeta previu
Dentro do nosso sistema.

E como assim o estudasse,
Ao saber-lhe o movimento,
Ordenou-lhe que brilhasse
Num ponto do firmamento!

O telescópio assestado
Foi logo, em face do céu,
E, no ponto designado,
Netuno compareceu.

Le Verrier, seguindo os conselhos de Arago, resolveu abordar a solução desse famoso problema astronômico. O sábio francês, que era ainda muito moço, pois tinha apenas 35 anos de idade, soube, desde logo, dar feliz orientação às suas pesquisas. E, para abordar a questão, resolveu atribuir as perturbações de Urano a um astro cuja posição no céu era preciso determinar. E Le Verrier, ainda na incerteza dos resultados, escreveu:
“Poder-se-á fixar o ponto do céu onde os astrônomos observadores deverão reconhecer o corpo estranho, fonte de tantas dificuldades?”
Alguns meses depois a solução era encontrada. No dia 1º de junho de 1846, Le Verrier apresentava à Academia Francesa as coordenadas celestes do planeta perturbador de Urano.
Existiria, realmente, aquele astro que Le Verrier calculara mas que até então ninguém tinha visto? A academia recebeu com certa desconfiança a asserção arrojada do jovem matemático.
Galle, astrônomo do Observatório de Berlim, menos por convicção do que para atender ao pedido de Le Verrier, procurou observar o trecho da abóbada celeste onde devia achar-se o “planeta desconhecido”, e verificou que ali existia um astro que correspondia exatamente à estimativa do sábio francês, como se fora feito sob medida. Esse astro recebeu o nome de Netuno.
Tal resultado, além de representar um incomparável triunfo para a Mecânica Celeste, veio demonstrar a fecundidade assombrosa das leis físicas quando empregadas judiciosamente.

Livro: Matemática divertida e curiosa
Autor: Prof. Júlio César de Mello e Souza- Malba Tahan
Feito por: Julia nº18 

quinta-feira, 9 de maio de 2013


A Lógica de Aristóteles
   
  Para Aristóteles, a lógica não é ciência e sim um instrumento (órganon) para o correto pensar.O objeto da lógica é o silogismo.
      Silogismo nada mais é do que um argumento constituído de proposições das quais se infere (extrai) uma conclusão.
      Abaixo vemos duas das lógicas de Aristóteles:
Primeira:
P1- Todo homem é mortal (V);
P2-Sócrates é homem (V);
C-Logo, Sócrates é mortal (V).
Segunda:
P1-Todos os mamíferos são mortais (V);
P2-Todos os cães são mortais (V);
C-Logo, todos os cães são mamíferos (V).
As proposições ou frases declarativas sobre a realidade, como juízo, devem seguir apenas três regras fundamentais:
1- Princípio de Identidade: A é A;
2- Princípio de não contradição: é impossível A é A e não-A ao mesmo tempo;
3- Princípio do terceiro excluído: A é x ou não-x, não há terceira possibilidade.
As proposições classificam-se em:
Afirmativas: S é P;
Negativas: S não é P;
Universais: Todo S é P (afirmativa) ou Nenhum S é P (negativa);
Particulares: Alguns S são P (afirmativa) ou Alguns S não são P (negativa);
Singulares: Este S é P (afirmativa) ou Este S não é P (negativa);
Necessárias: quando o predicado está incluso no sujeito (Todo triângulo tem três lados);
Não necessárias ou impossíveis: o predicado jamais poderá ser atributo de um sujeito (Nenhum triângulo tem quatro lados);
Possíveis: o predicado pode ou não ser atributo (Todos os homens são justos).

O silogismo é composto de, no mínimo, duas proposições das quais é extraída uma conclusão. É necessário que entre as premissas (P) haja um termo que faça a mediação (termo médio sujeito de uma P1 e predicado da P2 ou vice-versa). Sua forma lógica é a seguinte:
A é B
Logo, B é C (sempre os termos maior e menor).
C é A
Observem que o termo médio é o termo A, que é sujeito numa frase e predicado na outra. Assim ele não aparece na conclusão, evidenciando que houve mediação e que a conclusão é, de fato, uma dedução ou inferência, isto é, ela é realmente extraída da relação entre as premissas.
A relação entre as proposições acontece da seguinte maneira:
  • Proposições Contraditórias: quando se diz que Todo S é P e Alguns S não são P ou Nenhum S é P e Alguns S são P
  • Proposições contrárias: quando se diz que Todo S é P e Nenhum S é P ou Alguns S são P e Alguns S não são P
  • Subalternas: quando se diz que Todo S é P e Alguns S são P ou Nenhum S é P e Alguns S não são P
Escrito por: Yasmim Souza



terça-feira, 7 de maio de 2013



A sociedade Pitagórica


A sociedade Pitagórica era uma irmandade dicípulos que seguiam princípios de uma doltrina passada por Pitágoras grande matemático grego. A sociedade  secreta tinha sua sede fundada em Coltrona cidade fundada no sul da Itália pelos gregos.Os membros desta sociedade não comiam carne nem  feijões não vestiam lã  não caçavam só vestiam branco e só dormiam em lençóis brancos.Todos os dias eles tinham rituais para reforçar seu sentimento comunitário faziam exercícios físicos para se manterem em boa forma e passavam a maior parte do tempo  discutindo mathematike  aquilo que é  aprendido. O símbolo da sociedade o pentagrama acreditavam que os números eram o princípio da realidade.A base da sociedade Pitagórica  era o miticismo numérico. Esta sociedade deu origem  a uma rligião que está presente até os dias de hoje a Maconaria.

Escrito por Thiago Jacinto 6°B                        05/05/13

terça-feira, 30 de abril de 2013

Origem do Zero


ORIGEM DO ZERO
O 0 surgiu apartir da base 60.Nas Nas tábuas babilônicas mais tardias (aquelas dos últimos três séculos a.C.)  usava-se um símbolo para indicar uma potência ausente, mas isto só ocorria no interior de um grupo numérico e não no final. Quando os gregos prosseguiram o desenvolvimento de tabelas astronômicas, escolheram explicitamente o sistema sexagesimal babilônico para expressar suas frações, e não o sistema egípcio de frações unitárias. A subdivisão repetida de uma parte em 60 partes menores precisava que às vezes “nem uma parte” de uma unidade fosse envolvida, de modo que as tabelas de Ptolomeu no Almagesto (c.150 d.C.) incluem o símbolo Descrição: http://www.somatematica.com.br/historia/zero.gif  ou 0 para indicar isto. Bem mais tarde, aproximadamente no ano 500, textos gregos usavam o ômicron, que é a primeira letra palavra gregaoudem (“nada”). Anteriormente, o ômicron, restringia a representar o número 70, seu valor no arranjo alfabético regular.
Talvez o uso sistemático mais antigo de um símbolo para zero num sistema de valor relativo se encontre na matemática dos maias das Américas Central e do Sul. O símbolo maia do zero era usado para indicar a ausência de quaisquer unidades das várias ordens do sistema de base vinte modificado. Esse sistema era muito mais usado, provavelmente, para registrar o tempo em calendários do que para propósitos computacionais.
É possível que o mais antigo símbolo hindu para zero tenha sido o ponto negrito, que aparece no manuscrito Bakhshali, cujo conteúdo talvez remonte do século III ou IV d.C., embora alguns historiadores o localize até no século XII. Qualquer associação do pequeno círculo dos hindus, mais comuns, com o símbolo usado pelos gregos seria apenas uma conjectura.
Como a mais antiga forma do símbolo hindu era comumente usado em inscrições e manuscritos para assinalar um espaço em branco, era chamado sunya, significando “lacuna” ou “vazio”. Essa palavra entrou para o árabe como sifr, que significa “vago”. Ela foi transliterada para o latim como zephirum ouzephyrum  por volta do ano 1200, mantendo-se seu  som mas não seu sentido. Mudanças sucessivas dessas formas, passando inclusive por zeuerozepiro e cifre,  levaram as nossas palavras “cifra” e “zero”. O significado duplo da palavra “cifra” hoje - tanto pode se referir ao símbolo do zero como a qualquer dígito - não ocorria no original hindu.

 Feito pela aluna: Emanuele Castilho Urbano   nº8